Sexta-feira, 09 de Março de 2012

Joseph Kony, o líder do Exército de Resistência do Senhor (LRA) no Uganda, converteu-se hoje num nome muito conhecido nas redes sociais, ao ser objeto de uma campanha, «Kony 2012», destinada a dar a conhecer os abusos e horror que durante mais de 25 anos levou a cabo no país.

Através desta campanha, a organização «Invisible Children» (Crianças Invisíveis) procura dar a conhecer a ação do já denominado «Charles Manson» do Uganda, especialmente contra as crianças, que são sequestradas, sendo os rapazes obrigados a converter-se em soldados, enquanto as meninas são forçadas a converter-se em escravas sexuais.

Os elementos do bando de Kony afirmam que os «espíritos»  comunicaram diretamente ao seu líder a missão que deveria cumprir.

A «Invisible Children» conseguiu mesmo captar a atenção da  administração Obama, que enviou uma centena de assessores para o Uganda a fim de ajudar o governo ugandês e o próprio exército a deter Kony.

Além disso, tem ajudado as crianças ugandesas através da construção de escolas, centros comunitários, entre outras ações, sobretudo apoiando as crianças vítimas do LRA e dando-lhes visibilidade.

Embora agora esteja a tentar deter Kony, o governo ugandês também tem sido frequentemente de recrutar crianças para as suas fileiras para lutarem contra o LRA.

O procurador-geral do Tribunal Penal Internacional (TPI), em Haia, Luis Moreno Ocampo, divulgou pormenores sobre o processo levantado contra Kony:  33 acusações, 12 das quais são por crimes contra a humanidade, incluindo homicídio, escravatura, escravatura sexual e violação. As outras 21 acusações são por crimes de guerra, incluindo assassínio , crueldade contra civis, ataque intencional contra a população civil, pilhagem, indução à violação e alistamento forçado de crianças nas forças rebeldes.

Ocampo afirmou que «Kony raptava raparigas para as oferecer como prémio aos seus comandantes».

Joseph Kony, que se encontrou com muitos responsáveis africanos em diferentes momentos, alega que não fez nada de mal e continua muito bem escondido.

 O documentário «Kony 2012» tem imagens duras, que correspondem a uma realidade vivida por milhares de crianças ugandesas nos últimos 25 anos.

 

 

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publicado por onossoblog2 às 12:43

 

O Sporting mostrou as garras ontem frente ao 1º classificado da Liga Inglesa e ao clube Milionário ganhando por 1 a 0 e fazendo uma exibição de luxo.

 

O MANCHESTER CITY FICOU ASSIM A CONHECER O SPORTING CLUBE DE PORTUGAL

 

 

 

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publicado por onossoblog2 às 10:25

 

Análises químicas provam que "corante caramelo" pode provocar cancro. Fabricante nos EUA admite alterar fórmula "secreta" desses refrigerantes.

 

Receita "secreta" leva substância cancerígena

 

Afinal, como se suspeitava, a Coca-Cola e a Pepsi podem ser prejudiciais à saúde. O "corante caramelo" apontado como um dos ingredientes desses refrigerantes não é um inofencivo produto "natural" à base de açúcar caramelizado, mas sim um composto químico conhecido como 4-MEI ou 4-MI (4-methylimidazole) potencialmente cancerígeno, denunciou o Center for Science in the Public Interest (CSPI), o organismo público de defesa do consumidor nos EUA com sede em Washington.

O 4-MEI é um corante orgânico sintético idêntico ao natural, obtido pelo processo de sulfito de amónia, utilizado para dar a coloração escura aos refrigerantes. Experiências em animais demonstraram que pode provocar cancro.

Um comunicado à imprensa divulgado pelo CSPI refere que análises químicas em amostras de Coca-Cola e Pepsi revelaram níveis muito elevados do corante cancerígeno nos refrigerantes. Entre 145 a 153 microgramas (de 4-MEI) em latas de Pepsi; 142 a 146 microgramas em latas de Cola; e 103 e 113 microgramas em latas de Diet Coke. 

Na Califórnia, produtos que contenham acima de 29 microgramas de 4-MEI devem ser rotulados advertindo que podem provocar cancro. Com base no modelo de risco adoptado na Califórnia, a CSPI estima que o corante caramelo encontrado nas amostras de Coca-Cola e Pepsi é responsável por cerca de 15.000 casos de cancro na população norte-americana.

"Coloração cosmética"

 

A CSPI já pediu à Food and Drug Administration (FDA, organismo norte-americano que controla os medicamentos e os alimentos) para proibir o corante. Na Califórnia, o composto químico faz parte da lista de substâncias reconhecidamente cancerígenas.

A CSPI alerta que os mais jovens, com menos de 20 anos, são os mais vulneráveis, por consumirem grandes quantidades de refrigerantes, além de serem mais susceptíveis ao cancro do que as pessoas mais velhas.

A FDA, que está a analisar o pedido da CSPI, diz que seria preciso uma pessoa beber, diariamente, 1000 latas de Coca ou Pepsi para contrair cancro. 

O diretor-executivo do CSPI discorda da FDA. Numa conferência de imprensa, Michael Jacobson afirmou que corantes cancerígenos não podem, pura e simplesmente, fazer parte da cadeia dos alimentos, tanto mais que são apenas cosméticos. 

"A Coca-Cola e a Pepsi, com a aquiescência da FDA, estão desnecessariamente expondo milhões de norte-americanos a um químico que provoca cancro", disse. "A coloração é apenas cosmética, não acrescenta sabor", de modo que o 4-MI pode perfeitamente ser substituído sem prejuízos para o produto. Por outro lado, a FDA precisa proteger os consumidores proibindo esse corante", enfatizou o diretor executivo do CSPI.

Corante quimicamente modificado   

 

Confrontada com os resultados das análises químicas, a Coca-Cola e a Pepsi disseram à CSPI que vão alterar a quantidade do corante nos refrigerantes vendidos nos EUA.

Numa entrevista à Rádio Pública Nacional, a porta-voz da Coca-Cola, Diana Garza Ciarlante, afirmou que embora os produtos nunca tenham oferecido perigo para a saúde, a empresa tomou a decisão de reduzir a quantidade de 4-MEI nos refrigerantes vendidos na Califórnia, devendo estender a medida ao resto do país.

A American Beverage Association, que representa a indústria de bebidas norte-americana, por sua vez, publicou na sua página na Internet um comunicado a dizer que "a ciência simplesmente não prova que o 4-MEI em bebidas ou alimentos representa uma ameaça à saúde humana".

O CSPI pediu ainda à FDA que o 4-MEI ou 4-MI passe a chamar-se "corante caramelo quimicamente modificado" ou "corante caramelo por processo de sulfito de amónia", e que nenhum produto possa ser chamado de "natural" se contiver a susbstância.



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publicado por onossoblog2 às 10:21

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